Do diálogo ao encontro…

Na intervenção do Papa Francisco na conclusão do congresso “Teologia depois da Veritatis Gaudium no contexto do Mediterrâneo”, é apresentada uma nova visão para as universidades e faculdades eclesiásticas, perante a globalização e a necessidade de uma Igreja “em saída”.

 

O Papa Francisco defende que a teologia deverá dar sempre espaço ao diálogo e ao acolhimento de todos, sem exceção.

 
 

Tal como a teologia, o diálogo e o acolhimento são também formas muito importantes de discernimento e de anúncio da Palavra de amor que é dirigida a cada pessoa.

O aprofundamento do “kerygma” (anúncio/testemunho das verdades essenciais da fé cristã) fortalece o caminho de uma igreja que, cada vez mais, coloca no centro a evangelização que não significa, de modo algum, um total proselitismo.

 
 

Inequivocamente, o diálogo é um método de discernimento, e só na escuta desta Palavra, e na experiência do amor que ela comunica, se pode discernir a atualidade do “kerygma”.

“Em suma, o discernimento leva à própria fonte da vida que não morre, isto é, conhecer o Pai, o único Deus verdadeiro, e quem Ele enviou, Jesus Cristo” (exortação “Gaudete et exsultate”, 170).

 

A criação de “pontes” e ligações, através do diálogo, para chegar às raízes dos grandes paradigmas é fundamental para se poder dialogar em profundidade e para se desenvolver o anúncio do Evangelho nos povos mais necessitados, tendo como principal objetivo a inclusão destas comunidades na messe do Senhor.

Ricardo Silva

 

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