Legislativas 2022: As alterações climáticas são uma prioridade urgente para o PSD

O combate à erosão costeira no concelho de Esposende é uma prioridade para o plano de governação do PSD. O compromisso foi assumido hoje pelo cabeça de lista dos candidatos do PSD a deputados pelo distrito de Braga, André Coelho Lima, no âmbito de uma “política séria e responsável” de defesa e valorização do território e da economia do mar.

 
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“O concelho de Esposende é uma das zonas do país mais afetadas pelo avanço do mar. Não se pode adiar mais uma intervenção forte, organizada e devidamente programada para superar este problema, que representa já graves riscos para a população”, afirmou André Coelho Lima, numa visita ao concelho, em que esteve acompanhado pelo presidente da Câmara, Benjamim Pereira.

 
 

O impacto na economia, ao nível do turismo e da atividade piscatória, apresenta-se como outras das consequências mais negativas do fenómeno, que na última década acelerou para o dobro do que vinha acontecendo, como salientou o deputado Bruno Coimbra, que se tem dedicado de forma especial às questões do ambiente e que participou nesta iniciativa, juntamente com o candidato esposendense a deputado, João Figueiredo.

André Coelho Lima lamentou a falta de estratégia do atual governo do PS para a economia do mar e para a defesa do litoral, num país que tem no mar uma mais valia diferenciadora no contexto da Europa e até na afirmação da posição atlântica no contexto global.

 
 

PSD propõe programa “Foz”

O programa “Foz” é uma proposta avançada pelo PSD, com o objetivo de promover e financiar o “restauro e revitalização de zonas estuarinas”, como acontece nesta zona da foz do Cávado, tendo em vista “intervenções integradas de adaptação às alterações climáticas, regeneração urbana, mobilidade sustentável e valorização territorial”.

 

Como apontou Coelho Lima, o PSD apresenta um programa de governo que coloca claramente “o mar” como “uma das fontes de riqueza com maior potencial de crescimento económico e de sustentabilidade ambiental”.

Preservar a qualidade ambiental, garantir a biodiversidade e acumular capacidade de resposta a fenómenos climatéricos extremos, são três objetivos que, na perspetiva social-democrata, terão de orientar qualquer estratégia para o aproveitamento do mar.

 

Simultaneamente, é decisivo fazer um investimento acrescido na investigação sobre o mar e as zonas costeiras de forma a identificarmos com rigor esse potencial. A soberania sobre a zona económica exclusiva pressupõe um stock de conhecimento alargado sobre os recursos e a sua sustentabilidade, bem como a mobilização de recursos para a sua preservação e aproveitamento.

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