Português condenado a prisão perpétua por homicídio da ex-companheira no Luxemburgo

O principal suspeito do homicídio de Ana Lopes, a 15 de janeiro de 2017, foi esta terça-feira condenado a prisão perpétua, segundo o jornal Contacto segundo informação avançada esta manhã pela imprensa luxemburguesa.

 
homicida
Contacto/DR

A justiça luxemburguesa decidiu que o ex-companheiro da vítima, Marco Silva, é culpado do crime. Atualmente detido na prisão de Schrassig, o imigrante português de Viseu defende que é inocente.

 
 

Ana Lopes, natural de Seia, tinha 25 anos e morava com os pais em Bonnevoie, na capital. O seu carro foi encontrado do lado da fronteira francesa, em Roussy-le-Village. As autoridades encontraram o carro completamente devorado pelas chamas e um corpo carbonizado que mais tarde a autópsia confirmou ser o de Ana Lopes.

“Matou três vezes” diz procurador

Na opinião do procurador, Marco Silva matou a ex-companheira três vezes. A primeira quando lhe tirou efetivamente a vida, a segunda quando deitou fogo ao carro que abandonou na fronteira francesa e a terceira quando tentou denegrir a imagem de Ana Catarina. “Ele simplesmente não quer deixar-lhe nada”, concluiu o magistrado, citado numa grande reportagem realizada pelo Contacto publicada a 12 de dezembro de 2020.

 
 

Ana Lopes foi dada como desaparecida a 15 de janeiro de 2017, em Bonnevoie, na cidade do Luxemburgo. Dois dias após o alerta de desaparecimento, o carro da portuguesa foi localizado em território francês, em Roussy-le-Village, perto da fronteira com o Grão-Ducado.

O carro estava completamente devorado pelas chamas. No interior, as autoridades encontraram um corpo carbonizado que mais tarde a autopsia confirmou ser o de Ana Lopes. 

 

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